Mulheres ocupam a 3ª posição do ranking nacional de empreendedoras durante a pandemia
Ana Diamante

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Mulheres ocupam a 3ª posição do ranking nacional de empreendedoras durante a pandemia

13/04/2021 - 13:17
POSTADO POR : Paranashop
Mulheres ocupam a 3ª posição do ranking nacional de empreendedoras durante a pandemia

Veja a história da empreendedora Elisa Almeida, que investiu R$ 500 mil e montou a primeira clínica de estética no bairro Mercês. Com a lucratividade do primeiro negócio, inaugura a segunda unidade dia 13 de abril no bairro Jardim América. Na contramão da crise da COVID, ela já está preparada para a terceira franquia de estética e sua previsão de faturamento mensal é de R$ 1 milhão.

 

Este é o momento ideal para fazer suas apostas. Para quem tem um dinheiro guardado e deseja investir em franquias, hoje o cenário já conta com uma segurança necessária para aplicar e abrir um novo negócio. Mesmo com o contexto atual do comércio fechado e do isolamento social, o futuro empreendedor já pode começar a se movimentar e a entrar em contato com os negócios que já o agradavam antes da pandemia do coronavírus.

 

A participação das mulheres na economia brasileira aumenta consideravelmente a cada ano. Cada vez mais elas buscam uma atividade rentável que possa ser construída de forma autônoma e independente. De acordo com a pesquisa GEM Brasil (Global Entrepreneurship Monitor), quando o assunto é a abertura de novos empreendimentos, o público feminino é mais expressivo do que o masculino.

 

Elisa Almeida faz parte desse movimento empreendedor. “Eu trabalhei desde os 14 anos, mas me descobri empreendedora quando comecei a vender roupas”, comenta a empresária ao informar que abriu sua primeira clínica aos 25 anos e com o capital do banco. Um ano depois, e com o retorno financeiro adquirido, está abrindo a segunda no Jardim América. “Hoje, com 27 anos, eu já comprei a terceira clínica que está em processo de construção”. Na contramão da crise do coronavírus, ela tem uma previsão de faturamento de R$ 1 milhão no mês de novembro.

O CEO da AD Clinic é a prova viva de que persistência é o segredo. “Eu entregava panfletos nas ruas para divulgar a marca, e tudo começou no Paraná igual a Elisa”, comenta Rodrigo Nunes ao mencionar que, se você tiver um objetivo final, não importa o tamanho da crise.

Rodrigo começou sua primeira clínica com móveis usados e apenas R$ 5 mil de caixa. Para juntar esse dinheiro, ele vendeu coxinha no farol e cortou grama dos moradores do bairro onde vivia. “Eu tinha R$ 15 mil, mas perdi na bolsa de valores”, comenta Rodrigo ao mencionar que isso não o impediu de crescer.

Hoje a franquia possui mais de 60 clínicas em todo o Brasil. Cresceu 600% no ápice da pandemia e seu faturamento pulou de R$ 7 milhões para R$ 17 milhões. A empresa está posicionada como a 5ª maior rede de estética do Brasil e para 2021 estima-se um total de 200 lojas e ações na Bolsa de Valores.

Tal crescimento se deve pela estratégia de franquias e vendas on-line. A expansão, entretanto, não parou por aí. O portfólio tem mais de 110 protocolos estéticos, a fabricação de produtos próprios e o projeto de implantação de novas unidades.

 

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